O ato reúne trabalhadoras rurais, extrativistas, indígenas e quilombolas e pauta reinvindicações em prol da soberania popular, democracia, justiça, igualdade, trabalho, renda e autonomia econômica

Há sete meses os movimentos sociais vêm promovendo uma luta diária contra os retrocessos que o texto da Proposta de Emenda a Constituição PEC 06/2019 impõe. Em prol disso, nos dias 12 e 13 de agosto as ruas de Brasília serão tomadas por uma grande mobilização da Marcha das Margaridas em defesa da educação e da aposentadoria. A concentração será a partir das 6h, no pavilhão do Parque da Cidade, e a saída às 7h em direção à Esplanada dos Ministérios.

O ato reúne trabalhadoras rurais, extrativistas, indígenas e quilombolas.  A ação é organizada pela Secretária de Mulheres da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), e pauta reinvindicações em prol da soberania popular, democracia, justiça, igualdade, trabalho, renda e autonomia econômica.

A categoria é duramente atingida pela reforma da Previdência, pois todo mundo sabe que o trabalhador rural desempenha alguns dos serviços mais penosos e precários, dificilmente conseguem trabalhar de carteira assinada e muito menos por longo tempo.

 Conforme o texto da PEC 006/2019, o trabalhador rural só terá direito á aposentadoria aos 55 anos de idade mínima se mulher e 60 anos homem, com obrigatoriedade de comprovar 15 anos de atividade rural para ambos os sexos. Isso vai retardar ou até mesmo acabar com o direito à aposentadoria de milhões.

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